A esquerda chegará dividida nas eleições brasilienses. Líderes e militantes do PT, PSOL não reconhecem o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) como o protagonista do campo progressista no DF. E apesar do PDT e do PCdoB estarem coligados na chapa de reeleição do chefe do Executivo, as bases dos partidos não pretendem mover um dedo sequer na campanha, pelas ruas e redes sociais.

Ressentimento ficou

O presidente regional do PSB, Tiago Coelho, classifica o governo como democrático, progressista e de centro-esquerda. O dirigente busca amenizar os atritos com as bases do PDT e do PCdoB. “Pediremos votos para Ciro. E a executiva nacional do PCdoB deu total liberdade para o diretório regional caminhar conosco”, contemporiza o presidente.

Sobre o flerte com Alckmin, Coelho justifica alegando que o movimento começou no PSB de São Paulo. “A postura regional não teve força, justamente pela coerência do campo da esquerda do PSB”, conta. Tiago considera que o PT ainda está ressentido pela ampla derrota de 2014. As cicatrizes estão abertas.

Miragaya planeja conversar com os três deputados distritais do PDT, descontentes com a aliança com o PSB. “Seria uma honra ter o apoio deles. Vou conversar com Reginaldo Veras, Cláudio Abrantes e Joe Valle”, garante. Candidato à reeleição, o deputado distrital Chico Vigilante (PT), não considera que Rede e PV, aliados de Rollemberg, como exemplos da esquerda.

Segundo o candidato do PCO do GDF, Renan Rosa, o governador é um personagem de direita, cuja postura inclusive contribui para o impeachmente da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Movimento que Renan taxa como “golpe”.

 

Fonte: JBr

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here